Estrutura de Capital e Ciclo de Vida de Empresas // HMBO
292
post-template-default,single,single-post,postid-292,single-format-standard,ajax_fade,page_not_loaded,,hide_top_bar_on_mobile_header,qode-content-sidebar-responsive,qode-theme-ver-10.1.1,wpb-js-composer js-comp-ver-5.0.1,vc_responsive
 

Estrutura de capital – Perguntas e Respostas

Estrutura de capital – Perguntas e Respostas

Estrutura de Capital e ciclo de vida de uma empresa

  1. O que é a estrutura de capital de uma empresa?

A estrutura de capital refere-se à forma como os ativos de uma empresa são financiados:

(i) capital próprio – verbas tipicamente injetadas pelos sócios acionistas das empresas;

(ii) capital alheio – fontes de financiamento externas da empresa.

  1. Qual a realidade em Portugal?

O modelo de financiamento da economia e das empresas portuguesas é fortemente caracterizado por baixos níveis de capital próprios e grande focalização de capitais alheios junto da Banca Comercial, o que naturalmente condiciona o seu crescimento sustentável, caracterizando a estrutura de capital como, regra geral, proveniente de capital alheio.

  1. Porque que é tão importante a definição da estrutura de capital?

 

A definição da estrutura de capital tem influência na determinação do custo do capital e por conseguinte no valor da sua empresa. Uma estrutura de capital balanceada entre divida e capital próprio que minimiza e custo de capital (WACC), maximiza o valor da empresa.

  1. Como definir a estrutura de capital da sua empresa?

A resposta a esta pergunta deve ter em consideração o ciclo de vida em que se encontra a empresa, uma vez que a definição dessa fase determinará quais as possibilidades e garantias disponíveis da empresa.

Por exemplo, para as startups ou empresas em fase de crescimento, em que não existe histórico de mercado e normalmente têm associada uma reduzida capacidade financeira dos seus promotores, o acesso a crédito junto das fontes mais tradicionais de financiamento é mais difícil, pelo que o acesso a financiamento é realizado em troca da abertura e partilha da propriedade do capital.

Pelo contrário, para empresas que estejam num estado de desenvolvimento mais avançado, geralmente não existe interesse por parte dos sócios ou acionistas para abrir mão do capital próprio, o que aliado à disponibilidade de indicadores demonstradores da capacidade da empresa, permitem o acesso facilitado ao financiamento por parte de instituições de crédito mediante o pagamento de juros e outros encargos. Nesta opção, o promotor deverá ter em mente a necessidade de adequar o calendário de reembolso contratualizado à capacidade da atividade em libertar fundos para satisfazer esse calendário por forma e evitar dificuldades de tesouraria. Pode não ser a forma de financiamento com menor custo de capital, mas é a estrutura de capital mais recorrente.

Para esclarecer qualquer eventual dúvida relativamente à estrutura de capital ou outras questões, não hesite em contactar a HMBO através de info@hmbo.pt ou 234 377 840

 

No Comments

Post A Comment