BPF lança os dois primeiros Programas de Investimento do Fundo de Capitalização e Resiliência

Fundo de Capitalização e Resiliência

BPF lança os dois primeiros Programas de Investimento do Fundo de Capitalização e Resiliência

O Banco Português de Fomento lançou hoje os dois primeiros Programas de Investimento do Fundo de Capitalização e Resiliência (FdCR), com uma dotação global de 650 milhões de euros.

 

Os novos instrumentos financeiros – Programa de Recapitalização Estratégica e Programa Consolidar – têm como objetivo apoiar a solvabilidade e resiliência financeira de empresas nacionais estratégicas e o investimento produtivo, em crescimento e consolidação empresarial.

Para Beatriz Freitas, CEO do BPF, “o lançamento destes dois Programas é um exemplo claro da missão do BPF em financiar a economia, projetando-a para o futuro. Acreditamos que o FdCR terá um impacto significativo na modernização, expansão e internacionalização de empresas estratégicas nacionais, e através destes dois programas procuramos que isso seja feito em conjunto com os gestores e acionistas de cada empresa.”

 

Programa de Recapitalização Estratégica

Com uma dotação de até 400M€ e uma duração expectável de até 10 anos, permitirá ao BPF financiar diretamente empresas nacionais estratégicas não financeiras, viáveis no final de 2019, que desenvolvam atividade em território nacional e que cumpram as condições de elegibilidade constantes da Ficha de Produto.

Os objetivos deste instrumento financeiro são:

  • Estimular o crescimento sustentável de longo prazo da economia portuguesa, o qual terá de responder simultaneamente à prioridade europeia da dupla transição para uma sociedade mais ecológica e mais digital;
  • Reduzir o défice estrutural de capitalização do tecido empresarial português;
  • Colmatar a delapidação de capitais próprios ocorrida durante a crise pandémica em empresas não-financeiras relevantes e de potencial impacto futuro significativo.

 

O investimento do FdCR ao abrigo do Programa de Recapitalização Estratégica contempla a possibilidade de investir a par com investidores privados e pode ser feito através de instrumentos de capital, incluindo ações ordinárias ou preferenciais, não tomando, no momento do investimento inicial, participações iguais ou superiores a 50% do capital social ou dos direitos de voto da empresa investida; e/ou de instrumentos de quase-capital, incluindo obrigações convertíveis ou outros instrumentos híbridos, tais como empréstimos participativos.

Programa Consolidar

Com uma dotação de 250M€, o Programa Consolidar visa promover o investimento em PME e Mid Caps, impactadas pela pandemia de Covid-19, mas economicamente viáveis e com potencial de recuperação, através de fundos de capital de risco onde existe, também, capital privado.

Com este Programa pretende-se promover o crescimento, expansão e consolidação de projetos empresariais, bem como o desenvolvimento de novas áreas de negócio e novos produtos, através da reestruturação dos respetivos modelos de negócio e a profissionalização e reforço da equipa de gestão dos Beneficiários Finais.

O investimento será feito através de fundos de capital de risco geridos por intermediários financeiros (Sociedades de Capital de Risco ou Sociedades Gestoras de Capital de Risco, reguladas pela Comissão de Valores Mobiliários (CMVM) ou outra entidade de supervisão europeia equivalente) cuja seleção será efetuada através de um procedimento aberto, transparente e competitivo com duas fases.

Saiba mais e consulte aqui as condições gerais e as Fichas de Produto detalhadas de cada um dos instrumentos.

 

Banco Português de Fomento

25/01/2022

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