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CFO – Qual a sua importância numa empresa?

CFO – Qual a sua importância numa empresa?

O papel de CFO (Chief Financial Officer) é um dos papeis mais relevantes na vida de uma empresa, uma vez que é sobre esta função que recai a responsabilidade de todas as decisões de carácter financeiro ou que tenham implicações sobre a função financeira da empresa. Este tipo de decisões, nas quais se incluem as decisões de investimento e decisões de financiamento, têm uma larga influência no crescimento da empresa e na sua rentabilidade.

Principais funções de um CFO

Coordenar a gestão financeira e os processos administrativos envolve um conjunto extenso de tarefas, que se podem agrupar nas três funções que se seguem:

  1. Reporte e controlo: é ao CFO que cabe a gestão dos processos de contabilísticos e de relato financeiro, mesmo quando contabilidade de auditoria são serviços externalizadas. As principais demonstrações financeiras apresentadas aos stakeholders de uma empresa devem ter sempre a validação/aprovação do CFO.
  2. Tesouraria: é ao CFO a quem cabe a decisão de gerir os fluxos financeiros da empresa, tendo em conta o risco e a liquidez. Além disso, é também ao CFO quem cabe o desenho da estrutura de capital que maximiza o valor da empresa, promovendo a execução da estratégia financeira, designadamente, através do recurso a instituições financeiras.
  3. Estratégia e forecasting: o CFO não é apenas responsável pelo reporte dos dados financeiros históricos e pela gestão financeira quotidiana. Deve, de igual modo, colaborar na definição da estratégia futura da empresa, recorrendo aos dados de que dispõe para identificar os eixos de criação de valor assim como as áreas onde é possível garantir ganhos de eficiência que contribuam para uma melhora dos resultados globais. Estabelecer cenários de evolução futura e estruturar modelos financeiros fazem parte das suas tarefas mais frequentes.

CFO – uma função em mudança

A função financeira nas empresas tem sofrido grandes transformações nos últimos tempos.  Enquanto no passado aos departamentos financeiros exigia-se que produzissem e analisassem informação financeira, hoje pede-se que vão mais além, assumindo um papel mais dinâmico e estratégico na vertente operacional do próprio negócio. É cada vez mais comum exigir-se a um CFO, por exemplo, uma análise crítica sobre a políticas de preço e custos, que desafie determinadas assunções e que contribua com uma visão e não apenas com dados. Hoje, os CFO precisam de ser criativos, procurar as melhores práticas e saber como criar mais valor para a empresa.

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